{"id":7724,"date":"2026-04-15T15:54:55","date_gmt":"2026-04-15T12:54:55","guid":{"rendered":"https:\/\/droptimes.com.br\/site\/?p=7724"},"modified":"2026-04-15T15:54:55","modified_gmt":"2026-04-15T12:54:55","slug":"d-edge-festival-2026-uma-maratona-sensorial-que-reafirmou-o-brasil-no-mapa-global-da-musica-eletronica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/droptimes.com.br\/site\/d-edge-festival-2026-uma-maratona-sensorial-que-reafirmou-o-brasil-no-mapa-global-da-musica-eletronica\/","title":{"rendered":"D-EDGE Festival 2026: uma maratona sensorial que reafirmou o Brasil no mapa global da m\u00fasica eletr\u00f4nica"},"content":{"rendered":"\n<p>Foram mais de 15 horas de m\u00fasica, cinco palcos ativos simultaneamente e uma sensa\u00e7\u00e3o constante de estar dentro de algo maior do que um festival. O <strong>D-EDGE Festival 2026<\/strong>, realizado no dia 02 de abril, no <strong>Komplexo Tempo<\/strong>, em S\u00e3o Paulo, n\u00e3o s\u00f3 celebrou os 26 anos da marca, como traduziu, em escala ampliada, tudo aquilo que o <strong>D-EDGE<\/strong> construiu ao longo de sua hist\u00f3ria: experi\u00eancia, curadoria e identidade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Estrutura e design: o impacto come\u00e7a antes do som<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A chegada j\u00e1 dizia muito. Ao entrar no complexo, o p\u00fablico dava de cara com a impon\u00eancia do palco <strong>Defected <\/strong>\u2014 uma estrutura visualmente dominante, marcada por LEDs intensos e uma est\u00e9tica futurista que dialogava diretamente com o DNA do clube.<\/p>\n\n\n\n<p>O festival ocupou o Komplexo Tempo de forma total. Cada espa\u00e7o virou pista, cada ambiente tinha uma proposta. Tudo funcionava: circula\u00e7\u00e3o fluida, \u00e1reas externas bem resolvidas, banheiros impec\u00e1veis \u2013 limpos, organizados e funcionais durante toda a maratona.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\" src=\"https:\/\/droptimes.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/image-90-1024x682.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-7728\" srcset=\"https:\/\/droptimes.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/image-90-1024x682.png 1024w, https:\/\/droptimes.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/image-90-300x200.png 300w, https:\/\/droptimes.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/image-90-768x512.png 768w, https:\/\/droptimes.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/image-90-1536x1023.png 1536w, https:\/\/droptimes.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/image-90.png 1600w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>A cenografia seguiu uma linha industrial com forte presen\u00e7a de luzes em neon \u2013 majoritariamente verdes, azuis e vermelhas \u2013 contrastando com a escurid\u00e3o e criando uma atmosfera imersiva constante. Era o D-EDGE em estado expandido.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>As cinco pistas: identidade clara, execu\u00e7\u00e3o impec\u00e1vel<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\" src=\"https:\/\/droptimes.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/image-91-1024x682.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-7729\" srcset=\"https:\/\/droptimes.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/image-91-1024x682.png 1024w, https:\/\/droptimes.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/image-91-300x200.png 300w, https:\/\/droptimes.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/image-91-768x512.png 768w, https:\/\/droptimes.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/image-91-1536x1023.png 1536w, https:\/\/droptimes.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/image-91.png 1600w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><br>Cada palco tinha personalidade pr\u00f3pria \u2014 e todos funcionaram. Trazendo house music em estado puro, o <strong>Palco Defected<\/strong> teve design assinado por <strong>Muti Randolph<\/strong> \u2013 figura-chave na concep\u00e7\u00e3o dos visuais do D-EDGE \u2013, e uma entrega visual arrebatadora.<\/p>\n\n\n\n<p>Para representar o techno em sua forma mais crua e geom\u00e9trica, com ilumina\u00e7\u00e3o anal\u00f3gica e r\u00edtmica, o <strong>NAVE <\/strong>criou uma experi\u00eancia hipn\u00f3tica. Enquanto isso, o <strong>Moving <\/strong>trouxe uma pista vers\u00e1til, navegando entre house, indie dance e tech house com fluidez.<\/p>\n\n\n\n<p>Assinado pelo lend\u00e1rio <strong>DJ Marky<\/strong>, o palco <strong>DJ Marky &amp; Friends<\/strong> foi o territ\u00f3rio do drum\u2019n\u2019bass, surpreendentemente lotado do come\u00e7o ao fim. Por fim, a pista <strong>D-EDGERs<\/strong>, que trazia a ess\u00eancia do D-EDGE atrav\u00e9s dos DJs que ajudaram a construir essa hist\u00f3ria ao longo dos anos, era um ambiente mais intimista, open-air, com clima de comunidade e conex\u00e3o direta com o p\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p>O resultado foi um festival diverso, mas coerente, com cinco universos diferentes conversando entre si.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Defected: house music com assinatura global<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A pista Defected foi um dos grandes pontos altos. <strong>Aline Rocha<\/strong> brilhou com um set elegante e cheio de groove, conduzindo a pista com naturalidade. J\u00e1 <strong>KiNK <\/strong>entregou um dos momentos mais surpreendentes do festival, com sua performance h\u00edbrida ao vivo \u2013 sintetizadores, improviso e uma leitura de pista impec\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/0?ui=2&amp;ik=d9728c401a&amp;attid=0.5&amp;permmsgid=msg-f:1862457970654493054&amp;th=19d8c7a815f4b97e&amp;view=fimg&amp;fur=ip&amp;permmsgid=msg-f:1862457970654493054&amp;sz=s0-l75-ft&amp;attbid=ANGjdJ-Jus7fjv3PvSIE2AgK8PJIDSJJFYlfHNZPga6hGmg1Y5kJix_IiRc703g5N0o9HC8brVWtF5QPH2q_aIFRTorLeX9fo8zYL-9F_4SHkqIMLOJ_Znbg28V6qDM&amp;disp=emb&amp;realattid=ii_mnyqe54o20&amp;zw\" alt=\"DSC08277 (1).jpg.jpeg\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: @novak.fotografia<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Mas o \u00e1pice veio com <strong>Carl Craig B2B Moodymann<\/strong>. Um encontro hist\u00f3rico. Detroit em estado bruto, traduzido em uma narrativa que passeava entre o soul, o techno e a house com profundidade emocional. Aula.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/0?ui=2&amp;ik=d9728c401a&amp;attid=0.6&amp;permmsgid=msg-f:1862457970654493054&amp;th=19d8c7a815f4b97e&amp;view=fimg&amp;fur=ip&amp;permmsgid=msg-f:1862457970654493054&amp;sz=s0-l75-ft&amp;attbid=ANGjdJ-gOHmM8MI6i0sGX04czQ6lEUEmkBpA7t3JQ1MPqW3GypT1ikh8PUGr2RdUrkTnSds353PZw6QnInQqJLVf1W47ejVVaPYawzWSLIBiU-xqX3-flKcsbvdHcw8&amp;disp=emb&amp;realattid=ii_mnyqf1gj21&amp;zw\" alt=\"DSC08585 (1).jpg.jpeg\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: @novak.fotografia<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Ratier<\/strong>, o idealizador de tudo, fez uma de suas tr\u00eas performances ap\u00f3s o B2B \u00e9pico, segurando e mantendo a pista em \u00eaxtase com um set majoritariamente guiado pelo som do tech house.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O palco foi encerrado com o <strong>B2B entre<\/strong> <strong>Ratier e Beltran<\/strong>, que tamb\u00e9m foi um dos momentos mais comentados \u2013 especialmente para quem ficou at\u00e9 o final da manh\u00e3. Um encontro de gera\u00e7\u00f5es, com surpresa, risco e entrega.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/0?ui=2&amp;ik=d9728c401a&amp;attid=0.7&amp;permmsgid=msg-f:1862457970654493054&amp;th=19d8c7a815f4b97e&amp;view=fimg&amp;fur=ip&amp;permmsgid=msg-f:1862457970654493054&amp;sz=s0-l75-ft&amp;attbid=ANGjdJ_pTQsppP9UYQSJRu4HXTzJlfmCKaC2ZnnnSOcrDw5hQyytgFJOX_L0AyscJ4RIEbUHQL6Zuq5AqDU8AYP3a3U2o8PvRDTHqV1gJa4CC_hbmx7EoUGFChGxJNM&amp;disp=emb&amp;realattid=ii_mnyqfi4f22&amp;zw\" alt=\"DSC08585 (1).jpg.jpeg\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: @novak.fotografia<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>NAVE: techno em todas as suas formas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Se a Defected era calor, a NAVE era intensidade. <strong>Len Faki<\/strong> mostrou por que \u00e9 um dos nomes mais respeitados do techno mundial. Seu set foi direto, poderoso, sem concess\u00f5es \u2013 techno de pista cheia, com impacto f\u00edsico.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Daria Kolosova<\/strong> manteve a energia l\u00e1 no alto, com um groove acelerado e din\u00e2mico, especialmente nas primeiras horas da manh\u00e3.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/0?ui=2&amp;ik=d9728c401a&amp;attid=0.8&amp;permmsgid=msg-f:1862457970654493054&amp;th=19d8c7a815f4b97e&amp;view=fimg&amp;fur=ip&amp;permmsgid=msg-f:1862457970654493054&amp;sz=s0-l75-ft&amp;attbid=ANGjdJ-71LP1xfo2DK28SAxJVjilSRQSbT9mqx4xF4ylbNptIAFdJN5NWdSBjKC1ZKaHDvZz6OQ5_fL8PKtMphSUsy9X4VKBHKemymHF0b7goLpj2tr5balnv0SCrbY&amp;disp=emb&amp;realattid=ii_mnyqg01c23&amp;zw\" alt=\"DSC05476 (1).jpg.jpeg\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: @novak.fotografia<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Nastia <\/strong>trouxe uma abordagem mais sombria e narrativa, conduzindo a pista por atmosferas densas e envolventes.<\/p>\n\n\n\n<p>Outros momentos importantes vieram com <strong>Acid Asian<\/strong>, que entregou um hard techno \u00e1cido e energ\u00e9tico, e o B2B de <strong>Anderson Noise com DJ Murphy<\/strong>, uma verdadeira aula de techno cl\u00e1ssico, \u201cmade in Brazil\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Moving: groove, versatilidade e pista viva<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A Moving foi talvez a pista mais din\u00e2mica do festival. <strong>Yamagucci <\/strong>foi um dos grandes destaques, com um set que misturou house, acid e techno de forma org\u00e2nica, mantendo o controle da pista do in\u00edcio ao fim.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Cour T. B2B Mishell<\/strong> aceleraram o ritmo com um tech house pulsante, mantendo o p\u00fablico em movimento constante.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/0?ui=2&amp;ik=d9728c401a&amp;attid=0.9&amp;permmsgid=msg-f:1862457970654493054&amp;th=19d8c7a815f4b97e&amp;view=fimg&amp;fur=ip&amp;permmsgid=msg-f:1862457970654493054&amp;sz=s0-l75-ft&amp;attbid=ANGjdJ-70B8kCUG-x9rw5jfVa0ESjk_6MSBOBmhTgpuwajog1Il6wzxOk6IGgzgbTb8bkaYelmUSoftvdQ5u5l5fhWfK6415mC9kUvRibifvqpMS0ismgmlnJPQfXqo&amp;disp=emb&amp;realattid=ii_mnyqger924&amp;zw\" alt=\"DSC09565 (1).jpg.jpeg\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: @novak.fotografia<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>E, claro, a classe melodica, elegante e emocional de <strong>Gui Boratto<\/strong>, que entregou mais uma performance refinada e cinem\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>DJ Marky &amp; Friends: o drum\u2019n\u2019bass vive<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A pista dedicada ao drum\u2019n\u2019bass foi um cap\u00edtulo \u00e0 parte. <strong>DJ Marky <\/strong>comandou uma pista lotada, mostrando a for\u00e7a do g\u00eanero no Brasil. Ao lado de nomes como <strong>DJ Hazard<\/strong>, o espa\u00e7o virou um verdadeiro reduto de f\u00e3s \u2013 intenso, t\u00e9cnico e vibrante.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/0?ui=2&amp;ik=d9728c401a&amp;attid=0.10&amp;permmsgid=msg-f:1862457970654493054&amp;th=19d8c7a815f4b97e&amp;view=fimg&amp;fur=ip&amp;permmsgid=msg-f:1862457970654493054&amp;sz=s0-l75-ft&amp;attbid=ANGjdJ9pYK2OJ2rNpYWVfFKyp9aW66nvYnQ6wmLKMr0fHUFOturV4jlShgeY6GYkuQq7fAKpdqg1y-83-PzLONyxRNuk7nbFLaUgMosVMfujJAMcU8EFv4s3JLH6g6k&amp;disp=emb&amp;realattid=ii_mnyqgycq25&amp;zw\" alt=\"DSC08315 (1).jpg.jpeg\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: @novak.fotografia<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Foi uma das provas mais claras da diversidade do festival.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>D-EDGERS: o esp\u00edrito de comunidade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Mais intimista, o palco D-EDGERS entregou conex\u00e3o. Sets como o do <strong>DJ Mau Mau<\/strong> com <strong>Glaucia Mais Max<\/strong> trouxeram aquele clima de \u201ccaf\u00e9 da manh\u00e3 na pista\u201d, com house refinado e cheio de hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/0?ui=2&amp;ik=d9728c401a&amp;attid=0.11&amp;permmsgid=msg-f:1862457970654493054&amp;th=19d8c7a815f4b97e&amp;view=fimg&amp;fur=ip&amp;permmsgid=msg-f:1862457970654493054&amp;sz=s0-l75-ft&amp;attbid=ANGjdJ-uMrPnyIHbcGbJv-2wTwn48_wjvYGgARqmkXCzaGsUkLEjfR2HuBRlfdoMIqlECF027pIUC8ZQJ2osgH-dP3IOnvdGLlMihu2uyzVMHqVqm0GeqVkbtO32SAw&amp;disp=emb&amp;realattid=ii_mnyqigdv26&amp;zw\" alt=\"DSC06619 (1).jpg.jpeg\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: @novak.fotografia<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Ratier: o fio condutor<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Renato Ratier foi onipresente. Fez B2B com <strong>Lu.cian<\/strong>, set solo em slot desafiador e ainda voltou para um longo encerramento ao lado de Beltran. Em um festival com tantos nomes gigantes, ele ajudou a costurar a narrativa do evento.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/0?ui=2&amp;ik=d9728c401a&amp;attid=0.12&amp;permmsgid=msg-f:1862457970654493054&amp;th=19d8c7a815f4b97e&amp;view=fimg&amp;fur=ip&amp;permmsgid=msg-f:1862457970654493054&amp;sz=s0-l75-ft&amp;attbid=ANGjdJ9AG9rpPxg0fGmnCLZVzsYn74wFBpxqF0RYvzUd3hQ2iGAtPi5JDCwSAW8Hm66iNgWLlgrvTyBJPBWAWAnSZOB7dz0irZKqOYsPt3R4vWeDgr1QtPAReWloMmE&amp;disp=emb&amp;realattid=ii_mnyqispq27&amp;zw\" alt=\"DSC08688 (1).jpg.jpeg\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: @novak.fotografia<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Um festival que vira refer\u00eancia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Foram cinco pistas, mais de 50 artistas e 15 horas de dura\u00e7\u00e3o. Mas, para al\u00e9m disso, o D-EDGE Festival 2026 entregou algo mais dif\u00edcil de medir: pertencimento. Mesmo lotado, havia espa\u00e7o. Mesmo gigante, havia conex\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi um festival que reuniu diferentes gera\u00e7\u00f5es, estilos e p\u00fablicos em torno de um ponto em comum: a m\u00fasica como experi\u00eancia coletiva. E que certamente ficar\u00e1 para sempre na mem\u00f3ria de quem esteve l\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/0?ui=2&amp;ik=d9728c401a&amp;attid=0.13&amp;permmsgid=msg-f:1862457970654493054&amp;th=19d8c7a815f4b97e&amp;view=fimg&amp;fur=ip&amp;permmsgid=msg-f:1862457970654493054&amp;sz=s0-l75-ft&amp;attbid=ANGjdJ_pxxmYKbLk_TzOAnqpjuOqO1aK7DdLfCJbFZf2WZoG10O1N_-CqnLkutukPy4jLBDsUZ6DRjKKozB0ld8vijPbbxj7DuFH3mnxbJYDw7eDRs6MkLH3ec_sJYU&amp;disp=emb&amp;realattid=ii_mnyqj8a228&amp;zw\" alt=\"DSC04968 (2).jpg.jpeg\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: @novak.fotografia<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Uma prova de que a m\u00fasica eletr\u00f4nica brasileira amadureceu, se sofisticou e hoje consegue dialogar de igual para igual com qualquer circuito global. E, acima de tudo, um lembrete: quando bem feita, a pista ainda \u00e9 um dos pontos de encontro mais poderosos que existem.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>E no Rio? O DE26 trouxe a mesma ess\u00eancia em outro formato<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/0?ui=2&amp;ik=d9728c401a&amp;attid=0.14&amp;permmsgid=msg-f:1862457970654493054&amp;th=19d8c7a815f4b97e&amp;view=fimg&amp;fur=ip&amp;permmsgid=msg-f:1862457970654493054&amp;sz=s0-l75-ft&amp;attbid=ANGjdJ-K1PuYpDZYmebt293LvDoFKPaeHKDvmXjK2XNlM2g74yIwt0TKcVUqytEid8-riOMA5lCsRE9flnZV8qZZ6Cm1DZzmJpPbjAzNqiPCbqamDUJIPhnSJlDmoj8&amp;disp=emb&amp;realattid=ii_mnyqju9929&amp;zw\" alt=\"D-EDGE Rio @Bruno_Contrino 0404 DETROIT (24).jpg.jpeg\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: @Bruno_Contrino<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Na <strong>DE26 <\/strong>\u2013 a comemora\u00e7\u00e3o de anivers\u00e1rio no Rio de Janeiro \u2013 o formato foi outro: mais intimista, dentro do pr\u00f3prio <strong>D-EDGE Rio<\/strong>. Mas nem por isso, a experi\u00eancia foi menos incr\u00edvel.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/0?ui=2&amp;ik=d9728c401a&amp;attid=0.15&amp;permmsgid=msg-f:1862457970654493054&amp;th=19d8c7a815f4b97e&amp;view=fimg&amp;fur=ip&amp;permmsgid=msg-f:1862457970654493054&amp;sz=s0-l75-ft&amp;attbid=ANGjdJ_w66WAVve6tk1YsAc5eSzoU8cgGYhgTah0x50LTM80khplNasT8x8DKnovpTOVGHWoRs8Au8Q-QMDlJPlN87xItEp7BaHH2pdkVvldDrpnQY48qLH0KZI-U5I&amp;disp=emb&amp;realattid=ii_mnyqkymr30&amp;zw\" alt=\"D-EDGE Rio @Bruno_Contrino 0404 kink (22).jpg.jpeg\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: @Bruno_Contrino<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Tr\u00eas das principais atra\u00e7\u00f5es do D26 se repetiram: o hist\u00f3rico B2B entre Carl Craig e Moodymann, uma aula e um privil\u00e9gio para qualquer f\u00e3 de house e techno; KiNK, que, com seu live set em que constr\u00f3i as faixas na hora, deixou todos de boca aberta; e Ratier, desta vez em um back to back com <strong>Leo Janeiro<\/strong>, trazendo um set mais groovado, repleto de refer\u00eancias disco.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/0?ui=2&amp;ik=d9728c401a&amp;attid=0.16&amp;permmsgid=msg-f:1862457970654493054&amp;th=19d8c7a815f4b97e&amp;view=fimg&amp;fur=ip&amp;permmsgid=msg-f:1862457970654493054&amp;sz=s0-l75-ft&amp;attbid=ANGjdJ8YcMI7BOXNB_n1rKuSkGkHjWHHLR971kH4EmOltvBhEwjGcfYKcedjBkwA4k_kZ4JV21Z59zG-rxYsh997isYJIupruJQTu-41-AkMe96RpSuhN_g9FdDF0MQ&amp;disp=emb&amp;realattid=ii_mnyqlbie31&amp;zw\" alt=\"D-EDGE Rio @Beuno_Contrino 0404  (79).jpg.jpeg\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: @Bruno_Contrino<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A festa ainda teve as participa\u00e7\u00f5es de <strong>Vivi Seixas<\/strong>, que focou em house e tech house com forte apelo r\u00edtmico, e do ascendente DJ e produtor carioca <strong>simo not simon.<\/strong>, que representou a nova gera\u00e7\u00e3o com sua mistura de house, indie dance, rock, soul e disco.<\/p>\n\n\n\n<p>O resultado? Outra celebra\u00e7\u00e3o singular da ess\u00eancia da m\u00fasica eletr\u00f4nica. Falta muito para o ano que vem?<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mail.google.com\/mail\/u\/0?ui=2&amp;ik=d9728c401a&amp;attid=0.17&amp;permmsgid=msg-f:1862457970654493054&amp;th=19d8c7a815f4b97e&amp;view=fimg&amp;fur=ip&amp;permmsgid=msg-f:1862457970654493054&amp;sz=s0-l75-ft&amp;attbid=ANGjdJ8yR6UA_-FS25vGx-Zld_JjHdDtkDONJt-5RyH1OQ2aRAlY07auncfNzZDNtP_i-lBwcbke8C22DahILnvOuJlnSpleWXUVkFUULtFy5U-aWvBjWR2EliCPulI&amp;disp=emb&amp;realattid=ii_mnyqlpwb32&amp;zw\" alt=\"D-EDGE Rio @Bruno_Contrino 0404 DETROIT (28).jpg.jpeg\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: @Bruno_Contrino<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Sobre o D-EDGE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O ic\u00f4nico D-EDGE \u00e9 reconhecido mundialmente por seu conceito inovador e qualidade na experi\u00eancia musical e visual. Seu premiado e sofisticado design alcan\u00e7ou um equil\u00edbrio perfeito entre som, luz e ambiente. Cada detalhe \u00e9 cuidadosamente pensado para intensificar a experi\u00eancia sensorial do p\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p>O club paulistano desbravou a regi\u00e3o industrial da Barra Funda, em S\u00e3o Paulo, quando abriu suas portas na Rua Olga, em 2003, sendo respons\u00e1vel pela transforma\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o em um p\u00f3lo de importantes clubes da cidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>As hist\u00f3rias do D-EDGE confundem-se com o advento da m\u00fasica eletr\u00f4nica no pa\u00eds, com o movimento que retirou o estilo dos guetos e do meio underground e o levou ao mainstream.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foram mais de 15 horas de m\u00fasica, cinco palcos ativos simultaneamente e uma sensa\u00e7\u00e3o constante de estar dentro de algo maior do que um festival. 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